quinta-feira, 7 de abril de 2016

Anjo das trevas



O sol estava nascendo, eu não tinha conseguido dormi a noite, havia muitas
Lembranças nesse quarto, só fazia um dia que eu havia chegado e eu sabia muito
Bem que. Conti Vladimir viria atrás de mim, ele adorava exerce controle e sua.
obsessão por mim estava crescendo a cada dia, era só questão de tempo ate ele vim,
Mas eu não estava preocupada com isso.
Eu sentei na janela, para ver o sol, eu simplesmente amava. A Luz que o sol imitia e seu calor. Depois de um tempo sentada às lembranças vieram na minha cabeça.
Quantas  vezes eu pulei aquela mesma janela para me Encontrar o Erik.
 e quantas vezes ele pulou essa janela para me encontrar, essas lembranças me fez pensa, como eu estava agora, se ele estivesse vivo, eu estaria feliz ou não, eu imaginava que sim, nosso amor  era incondicional, eu fui tirada do meu pensamento pela voz do Conti Vladimir, sua  voz estava exaltada e estava falava com a condessa Lucinda , eu não consegui ouvir  do meu quarto, então eu desci ate as escadas para ouvir melhor, eu não consegui ver
os dois mas eu ouvia muito bem o que eles falavam.
-ela não quer fala com você e muito menos te ver.
-não me importa o que ela quer, mas sim o que eu quero e eu quero fala com ela agora.
-eu não vou deixar que faça nenhum mal a menina, deixe ela em paz o tempo de vocês acabou.
-fazer mal, tudo que eu vou fazer é beneficia-la, nada mais.
-isso não é um beneficio. A condessa disse com ar de sarcasmo - é uma maldição, eu nunca vou deixar você fazer isso com  Katherine , não pense em tentar nada você não é pareô para mim, você sabe disso.
-você sabe quando um vampiro promete tem que cumprir ou as consequências serão muito, mas muito  graves para você- assim que ele parou de fala, ela olhou nos olhos dele, seu olhar era
de raiva, arrependimento e algo mais que não consegui decifra, mas eu sabia que a grande condessa estava desarmada e que meu destino agora estava nas mão do conde Vladimir e de ninguém  mais.
Eu fui para meu quarto e fechei a porta, o que será que ele faria comigo, me faria.
ser sua escrava para sempre ou pior me mataria, eu não sabia mas de uma coisa eu
tinha certeza, por mim ele nunca ia fazer isso por que eu não deixaria. Assim que eu
tranquei a porta, ouvi a voz da condessa, ela falou poucas palavras mas foram como uma faca no meu coração:
- seja rápido e não a faça Sofrer- como ela podia fala isso pra ele, desde que minha
mãe morreu, é como se ela fosse minha mãe, a condessa deveria me defender como
uma mãe faz com a filha ou, ou talvez eu não seja como uma filha pra ela, talvez eu só seja um negocio, essa é a única explicação para o que acabou de acontecer, mas eu
não podia pensa nisso agora por mais que me doa, por mais que me faça chorar eu  preciso pensa na minha vida agora, já que a única pessoa que eu confiava provou que não esta nem ai para ela.
Eu ouvi as passadas fontes do Conti e um segundo depois ele bateu na porta. Eu sai
pela janela, dei alguns passos no telhado ate outra janela de um quarto vazio, eu fui
ate a porta e abri ela só o suficiente para que eu pudesse ver mas sem que ninguém  me visse, eu vi o Conti bater freneticamente na porta e quando ele se cansou de bater, com a maior facilidade, como alguém que corta uma folha de papel com as mão ele
arrombou a porta e entrou, eu dei um tempo e depois sair pelo corredor devagar para que ele não me vise e eu pudesse sair rapidamente pela porta de trás, perto das escadas havia uma pequena mesa de canto, com um vaso grande marrom e pequenos
outros vasos do seu lado, sem querer eu esbarrei nela e um dos vasos menores caindo no tapete, o vaso não fez muito barulho, uma pessoa normal não perceberia
nada então eu coloquei o vasos no lugar e desci as escadas com muito cuidado,
quando eu estava indo para a porta das frentes, passando pelo longo corredor eu ouvi os passos do Conti descendo as escadas, ele as descia devagar como se não importasse onde eu fosse ele me alcançaria facilmente, ele falava alguma coisa mas, só pude ouvir quando o Conti chegou mais perto:
-Katherine, você não pode fugir de mim.
Eu não me importei com o que ele estava falando e passei pelo corredor e logo vi a porta da frente, ha alguns passos eu poderia fugir, ha alguns eu poderia estar livre de tudo da condessa do Conti de tudo mas antes que eu pudesse abrir a porta e sair ouvi um barulho atrás de mim, podia ser o Conti, eu poderia simplesmente ter abrido a
porta e saído mas eu decidir olhar para trás, não havia ninguém, nem nada fora do lugar, mas quando eu virei novamente para a porta o Conti estava lá, entre eu e a porta, eu me assustei e dei alguns passos para trás, como ele podia ter chegado tão rápido Sem sequer fazer um barulho e sem eu tenha o visto, antes que eu pudesse me
afastar ele pegou em meus braços e me puxou para perto, seus olhos estavam fixos nos meu e seu rosto só mostrava um sentimento, raiva, apenas raiva.
- me largue Conti, o que deu em você?-eu tentei me soltar mas ele era muito forte e só me apertou mais e me puxou para mais perto dele-por favor Conti me deixe- eu poderia pedir a ele, mas eu sabia que ele queria me ver implorando, mas isso eu
nunca faria, nunca, só faria se fosse uma coisa muito importante para mim e mesmo assim pensaria duas vezes antes de implorar, isso era uma coisa que eu jamais faria,

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