E veio chegando bem devagar le provocando ate que nossos labios se tocaram,eles eram gelados, constatrando com os meus tao quentes a sensaçao foi impresionantemente boa,ela apertou mais o meu corpo contra o dela e derrepente eu estava livre, podia me mexer novamente, eu era dono do meu corpo novamente
Mas eu nao me libertei dela, havia alguma coisa que me atraia para ela. Era mais forte do que eu, era incrivel o que um simples beijo podia fazer. Em quanto mais eu a beijava, mais eu queria.minha mao foi deslizando pelo seu corpo, mas logo ela a parou e se soltou de mim, sua expressao estava diferente, parecia que ela tambem tinha sido afetada pelo beijo, mas logo se reconpos.
Ela colocou a mao no meu peito para senti meu caraçao que estava acelerado quando ela o sentio começou a rir.
-essa è a reaçao de quem nao conseguiria- seu olhar estava firme no meu- acho que nao. Mas nada que ela falase inportava eu estava sentindo alguma coisa diferente que eu numca tinha sentido antes , eu queria mais dela, mas antes que eu falase alguma coisa,ela saio da sala e me deixou sozinho.
Eu figuei sem reaçao por um bom tempo ate sair e ir para casa.
Quamdo cheguei em casa figuei pensando como eu podia ter sentido tantas sensaçaos boas com ela, o que poderia ter de bom nela.eu fiquei com isso na cabeça ate que eu deitei e peguei no sono.
Meu sono estava pesado mas mesmo assim acordei, em meio a escuridao da noite eu vi uma sinueta feminina com cabelos longos aos pès da minha cama me olhando eu me asustei e tapidamente virei para ligar a luminaria, mas ao olhar novamente ela ja nao estava la, havia desaparecido como uma sombra na escuridao.
De manha eu figuei imaginando se foi real ou sonho e se foi real quem seria aquela mulher, katherine?ou sua amiga meio doida.
mundo das historias
terça-feira, 19 de abril de 2016
Anjo das trevas 3
domingo, 10 de abril de 2016
anjo das trevas cap 2
anjo das trevas
-inde
voce pensa que vai, voce numca vai consegui fugir de mim, a nao ser que eu
deixe que voce va- o conti começou a rir, rir feito um loco, um riso longo e
satisfeito- e isso numca vai acontecer, numca katerina.
- voce
esta louco, voce nao é meu tono, nao pode me pender, nao pode pensa que eu vou
fica parada dentro de um quarto esperando por voce, eu sou livre. Ele me soltou
e eu dei algum passo para loge dele mais nao fugi, sabria que me pegaria que
chance eu tinha contra um homem como ele, quando o conheci seu corpo forte era
um atrativo, mas agora esta mas paraum inpidimento.
-ê
ezatamente isso, sua vida vai ser minha, cada segundo do resto dos seus dias,
que acredite em mim vao ser longos. Um sorriso sarcastico surgio no seu rosto,
mas tao rapido quando surgio ele se foi e o conti voltou a fala- voce vai se
lembra a quem voce serve, e so a mim voce vai sevi katerina, so a mim e mais
ninguem, eu mesmo vou me sertifica que nunhum homem chege perto de voce, apenas
eu.
Eu estava tonta, nao sabria o que fazer, bom
ja que eu nao teria chances de defesa contra ele a unica coisa que eu poderia
tentar fazer era fugir, entao eu me virei rapitamente e entei correr
para o corredor, mas o conti era muito mais rapito e me pegou antes
mesmo que eu conseguise dar o segundo passo, ele me pulsou pela cintura e me
pendeu bem perto to corpo dele.
- voce é
minha katerine- o conti pegou no meu queixo e o levandou, tirou meu cabelo do
meu pecoço para deixa-lo livre e entao ele o mordeu, eu nao acreditava eu pude
sentir seus dentres entando na minha carne, eu senti a dor meu sangue sento
sugado, mas quando ele começou a sugar meu sangue mais rapidamente eu uma
especie de pazer so que mais leve, nao havia dor, logo ele me soltou e eu cai
no chao, nao pudia acraditar naquilo, ele me mordeu, meu deus, ele esta ficando
cada vez mais louco. Eu nao estava acreditando no que tinha acabado de
acontecer, a unica coisa que eu conseguia fazer era passar a mao no meu pescoço insanguentado e olhar para o
conti, as pralavas nao saiam eu so olhava para ele que estava ali parado com a
boca escorrendo o meu sangue e esperando alguma coisa que eu nao sabria o que
era, mas com certeza iria aontecer comigo por que assim como eu nao consegui
tirar os olhos dele, ele tambem nao tirava os olhos de mim.
Eu nao sabria o que aconteceria eu so estava
assustada, com medo e sanguandono chao, o conti ainda estava ali empre, entao
quando eu achei que tudo aquilo fosse loucura dele que fosse so para me
assustar, para que eu ficasse com medo de deixa-lo eu senti! Uma dor
insubortavel vindo da minhas entanhas, era como se eu estivesse morrendo, como
se meu orgao estivessem parando de fucionar um a um, imediatamente coloquei a
mao na barriga e apertei, eu gitava de dor, era a pior dor que eu ja senti, na
verdade acho que era a pior dor que alguem poderia sentir e de todos esses piores
o maior era que eu nao sabria o que estava acontecendo comigo, eu estava de
cabeça baixa mas com muito esforço a levantei para olhar o conti que ainda
estava la vendo meu sofrimento sem se mover, ele abaixou ate ficar cara a cara
comigo e disse:
-aproveite
seus ultimos momentos de vida, meu amor- se levandou e saiu. Eu tentei abrir a
porta mas a tor ela insuportavelmente aguda e minha cabeça começou a pegar
fogo, nao literaumente, mas era como se fosse mesmo assim eu tentei de novo e
consegui, mas eu mal conseguia me arastar so pude ver o sol nascendo e na
medida que ele ia se inpondo no horizonte meu olhos artiam cada vez mais e
mais.
Eu sabia dento de mim que tudo mudaria, eu
sabria la dentro que aquela seria a ultima vez que veria o sol, a ultima vez que
eu seria aquela katerina, e entao depois de um tempo quando eu nao pudia
aquentar mais a dor e meus olhos ja estavam quase cuzidos do sol eu desmaiei e
ali foi o fim.
capitolo 1
Os fatos que me touseram ate aqui sao
relevantes agora, a unica coisa que interessa é que eu estou pestres a entrar
na casa de uma vampira, eu nao sabria o que ela queria comigo mas uma coisa eu
tinha certeza, nada seria pior do que nosso ultimo encronto.
A casa parecia normal por fora, algumas
janelas estavam abertas outras nao, havia um pequeno tunel na porta, para nao
bater sol quando alguem fosse abir a porta, mas isso nao inportava ja que
estava de noite, tambem tinha uma varanda com dois brancos sustentados por
correntes que ias ate o teto, eu subi asd escadas e bati na porta, estava
nervoso, tambem nao era para menos, acabei de bater na porta de uma vampira que
tentou me matar ha apenas algumas horas antes, mas voce deve esta se
pergundando por que estou aqui, seria loucura mas minha curiozidade de medico
nao me deixou escolha a nao vim aqui, um vampiro deve ser, um ser extaodinario
sua anatonia, como seu corpo fusina, tudo isso me chamava ate aqui, e elento
mais se fosse para me fazer mal ela ja teria feito horas antes. Antes do que eu
esperava a bela --------abrio a porta e me deu um sorriso tavesso, ela estava
relaxada ao contario de mim que estava nervosso e tenso, -------- fez sinal
para que eu entrasse e eu obedessi, mas nao fui muito loge .
- ola
dotor, em primeiro lugar eu queria pedir desculpas pelo acontecido de mais
cedo, eu estava fora de mim, se soubesse que era da familia algustine jamais
teria chegado tao longe- ela parou e esperou a minha resposta, mas quando viu
que eu nao iria responder nada continuou- bom se voce veio ate aqui é por que
tem algumas perguntas, nao é?
-primeiro,
se voce me chamou aqui é porque tem alguma coisa em mente e eu quero saber qual
é?
Ela saio
da minha fentre e comecou a anda a retor de mim passando a mao nos meus onbros,
e sorrindo como uma criança.
-eu
tenho planos para voce.
-eu nao
vou vira comida me nimguem ja vou log...- ela nao me deixou termina e logo foi
se explicando.
- nao é
nada disso dotor, logo voce vera, logo, logo! - ----- parou bem na minha fentre
nova mente e esperou que eu perguntasse alguma coisa, mas eu tinha que acimirar
tudo antes de fazer qualquer pergunta, e ela sabria disso.
- vamos
para a sala, assim que voce tiver alguma pergunta eu vou esta aqui para
responder.
Eu
assentir com a cabeça, a porta da sala ficava perto das escadas que davam para
os quartos. Por fora a casa parecia com todas as outras, grandes e luxuosas,
mas por dentro tinha um ar antigo, como os castelos da realeza dos tempos
antigos, as luzas eram facas e havia algumas velas acezas pelos comodos, uma
lareira grande com endaros por toda era, e sofa era de couro marror e nao havia
tv na sala, eu me sentei no sofa e ----- se sentou do meu lado, pegou um uma
revista de fofocas e começou a ler, eu fiquei olhando para ela parecia tao
normal, tao humana, uma mulher que qualquer homem gostaria de ter, loira, olhos
verdes, uma pele de percego, corpo perfeito, eu fiquei ali olhando por algum
minutos e ela pareceu nao se inporta continuou lento sua revista ate que eu
tomei coragem e falei.
-voce
tem filhos, quer dizer voce pode ter filhos?
Ela me
olhou por alguns segundos depois colocou a revista na mesa na nossa fentre e
voltou para seu lugar.
- eu nao
sei se posso ter filhos, talvez com meu marido nao,mas com um humano.
-voce
tem marido? Nem seguer esta usando aliança.
- eu me
casei com ele ha muito tempo- ela aproximou mais sua cabeça da minha-muito
tempo mesmo, mas agente nao somos mais marido e mulher, voce sabe o que quero
dizer,eu sou livre para fazer o que eu criser e de vez em quando apareco com
ele em algum evento importante- ela parou de fala e sorrio para mim, agora ela
nao parecia ameaçadora, ela parecia meiga, divertida e meio louca, no bom
sentido da palavra claro -ele tem mais duas mulheres sabrio- ela sorrio de novo
mas agora ela olhava para cima -estanho nao é, mas é a verdade.
- e onde
esta ele agora?
-
viagando, de vez em quando ele somo, diz que vai viajar, eu nao sei onde vai e
nem com quem fala.
- e suas
outras mulheres onde estao?
-uma
delas foi com ele, a outra mora aqui comigo, logo ela chega-la.
- voce
nao se sentre...sei la, estanha com isso.
- isso o
que? Mora com ela? -Eu assenti com a cabeça - nao, nao com ela, por algum tempo
eu odiava ela, ela tinha uma coisa que eu numca consegui o amor do meu marido,
mas agora nois duas somos amigas, quase irmas e isso tudo por que eu persebri
que nao era culpa dela, por algum tempo realmente ela queria fica com ele,mas
depois foi forçada, e eu como boa pessoa que sou fui conforta-la e depois que a
conheci melhor - ela parou de fala e ficou pensadiva e deu outro sorriso -bom
depois que a conhcer vai perceber que nao tem como nao gosta dela.
- e a
autra?
- ela é
simplesmente insuportavel, se acha melhor do que qualquer uma e vive tentando
invenena o conti contra katerine, ela tem inveja por que katerine é a peferida
dele e nao ela. Alias conti e meu marido, é assim que eu chamo ele e katerine e
a segunda mulher do meu marido, a que mora comigo.
- nossa
que historia em, mas em relaçao ao sol e se alimentar.
- nos
nao podemos sair no sol, ele nos queima eu nao sei porque, mas queima e em questao
de se alimentar! Eu so posso te dizer que eu nao bebe sanguem de animal nenhum,
pelo menos nao dos que nao pensam- ela deu uma risada longa e macabra de
arrepiar os pelos, mas isso nao aconteceu comigo eu era forte o suficiente para
suporta uma vampira meio maluquete.
Antes que ela terminasse de rir ouvimos
barulho de chaves na porta, ----- me
olhou com os olhos aregalados mas logo persebri que ela nao estava tentando me
assustar, mas estava ansiosa para quem estivesse atras ta porta entrasse logo,
ela levandou e deu algum pulinhos.
- ai ela
esta chegando, escute bem o que vou fala, ela gosta de homem gentis e voce tem
muita chance com ela, ainda mais por que - ela respirou fundo, espera ai ela
pode fazer isso, respirar!!-voce se parece muito com um carinha que ela ja
gostou.
- entao
esse era seu plano, me jogar para sua amiga que por acoso é amante do seu
marido.
- ela
nao faz isso porque quer - de repente sua expressao mudou de entusiasmata para
quase triste - ela nao se apaixona por ninguem a muito tempo, mas se, se
apraixonar talvez tenha forças para se liberta dessa pisao que o conti a
colocou e quando te vi, eu sabia que voce era perfeito para isso.
Eu
estava peste a fala quando a porta se fechou e eu ouvi passos nas escadas,
alguns seguntos depois ela apareceu, estava subindo devagar com a cabeça baixa,
eu nao conseguia ver seu rosto direito, so seus cabelos longos e pretos e seu
corpo, eu diria que era perfeito, tudo nela era na medida certa, eu nao
conseguia para de olhar, mas antes que eu visse seu gosto ela ja havia subido
as escadas e sunito no corredor.
- ela é
linda nao é?
- eu mal
a vi.
- mas
voce nao parou de olhar!
-eu
parece realmente muito linda.
- eu vou
chama-la, para te conhecer. Antes que eu pudesse dizer alguma coisa ela ja
estava subindo as escadas, era incrivel como ela, era rapida. Alguns minutos
depois ela deceu.
-ela ja
vai dece, se pepare. Ela deceu as
escadas lentamente e veio em direçao a sala de estar, assim que ela apareceu na
porta eu pude ver melhor sua aparencia, ela estava vestindo uma calça preta com
uma bulsa branca e uma jaqueta de couro por cima, calçava um sapado fechado de
saldo alto seus cabelos estavam caidos sabre seus ombros, seus olhos tinham um
ton de azul lindo e sua pele cafe com leite realcava sua boca carnuda e
vermelha, eu realmente estava inplecionada com sua beleza e ante que eu pudesse
perceber ela estava na minha fente.
-oi. sua
voz era tao cauma, mas ao mesmo tempo tao senxual.
-oi. Ela
estendeu a mao para me conprimentar.
-
katerina whyti.
-jamie
algustini.
Ela
pareceu surpresa quando falei meu nome de familia.
-algustini!!
- voce
conheceu alguem da minha familia?
- ja
conheci, mas eles eram antepasados de voce, voce numca os conheceram, a nao ser
por livros! Ela sorrio, o sorriso mais lindo que ja vi.
- entao
onde foi que voces se conheceram? ---- que apenas observava entou na conversa.
-eu
tentei matar ele, mas eu nao fiz kkkk.
-o que,
entao ele sabe que voce é...
- sim
ele sabe, e que voce tambem é.
Katerina
se virou para mim denovo.
-voce
nao ficou com medo de vim aqui.
- eu
fiquei com medo sim, mas minha curiosidade de medico nao me deixou escolha.
-voce é
medico! Entao boa sorte, elizabete nao é facil de lidar. Ela se virou e foi em
direçao as escada, ao cegar no primeiro degal ela parou e disse:
- foi
bom te conhecer sr. Algustini.
-eu digo
o mesmo, pode me chamar de jamie.
-jamie.
O modo como ela farou meu nome foi. Ninguem fararia meu nome como ela e eu
queria ouvir mais uma ver, mas ela nao estava mais la, ja havia sumido.
-voce
volta amanha?
- eu nao
vou voltar, mesmo que eu queira estudar mais voce seu modo de vida, eu nao
volto.
-
porque, ela e voce, eu sei que pode acontecer.
-ela nao
deu a minima para mim.
- ta
bom, mas se voce voltar amanha eu te mostros varios livros de medicina antiga,
muito antiga.
Eu devia ter parado ali, mas eu precisava
voltar, estava dentro de mim, se nao voltasse me arrependeria.
-ok eu
volto amanha, mas so por causa dos livros.
- ta
bom, eu vou deixar a porta aberta e se eu nao estiver aqui embaixo pode subir,
a segunda porta é a blibioteca, estarei la.
Eu me
dispedi dela e fui embola.
No outro dia eu sai do trabalho e fui
direto para a casas de elizabete, a porta estava aberta como ela disse e como
nao tinha ninguem na sala eu subir para o andar de cima, como a parte de baixo
era tudo bem classico, fui ate a porta e a abrir, para minha surpresa nao era
elizabete que estava la mais sim katerina, estava sentada em uma mesa, ampla e
de madeira lento, assim que ela me viu se levantou.
- jamie,
elizabete disse que voce viria ver algum livro, espere que vou pegar para voce.
-eu nao
queria atapalhar sua leitura.
- nao
atapalha.
-onde
esta elizabete. Ela ja estava na intante de livros.
-ela
saio, eu nao sei para onde.
Ela
pegou alguns livros e me entregou,eu tinha muitas perguntas para elizabete,
sera que katerine poderia me responder ja que ela tambem era uma vampira.
-posso
te fazer algumas perguntas?
Katerine
ja estava recolhendo os livros que lia, mas parou para me olhar.
- que
tipo de pergunta?
-sobre
sua contiçao.
-ok,pergunte.
- voce
nao pode sair no sol?
-nao, eu
nao posso, e nao tem nada a ver com minha pele ser mais sensivel, por que ela
continua a mesma.
-entao
porque?
- talvez
seja porque luz seja divino, esta ligado diretamente com deus e eu... o que eu
sou nao tem nada a ver com deus-ela nao tirou os olhos de mim por um estante, seu
olhar era penetante,causava um sentimento que eu nao pudia esplicar, muitas
vezes eu tinha que desvia o olhar do dela.
-como
voce se sente em relaçao a beber sanguem?- eu achei que ela ficaria itimidada
com a pergunta que talvez fosse um assunto delicado para ela, mas nao ela
respondeu facilmente.
-no
começo voce pode se senti a pior pessoa do mundo por isso, tirar uma vida para
manter a sua! Mas depois de um tempo voce começa a aceitar,assim é a vida, ou
voce mata ou morre.
- nao
sei se é alguma coisa em mim,mas beber sangue...
- voce
mata um animal pra comer a carne e eu nao estou te juganto por isso.
-é
diferente!
Ela
olhou para o chao por alguns segundos depois deu um sorriso sarcastico, se
aproximou de mim e falou me olhando nos olhos.
-
realmente é muito diferente, voce tem escolhar e eu nao, voce nao achar que se
eu pudesse nao pararia, mas eu nao tenho escolhar- sua voz havia mudado de
calma e suave para raivosa, depois de fala ela virou de gostas.
- eu nao
queria te deixar com raiva.
-eu nao
estou com raiva- ela se virou novamente para mim, pensou um pouco ante de
fala-o que ha entre voce e elizabete, voce tem interesse nela ou foi so
curiosidade de medico?
- eu
numca pensei nela desse jeito, foi prura curiosidade, eu acho que numca
conseguiria fica com ela,eu nao poderia ouvir seu coraçao acerado contra o meu,
nem o calor da sua pele- katerine deu algum passos para tras, ela parecia
realmente desconsertada. eu tinha me esquecido totalmente que caterine era
ezatamente como elizabete e agora ela devia esta se sentindo ofendida,no
minimo- meu deus, me desculpe katerine eu nao devia ter falado isso - mas a
mulher que estava tao desconcertada ja havia ido embora agora katerine estava
de cobeça erguida e seu olhar estava mais intenso.
-por que
voce esta se desculpando, tudo que voce falou nao é verdade, meu coraçao nao
bate a anos e minha pele esta mais fria do que uma noite de inverno, mas pode
ter certeza de uma coisa,mesmo que meu coraçao nao bata eu posso senti tanto
quando voce jamie- eu estava me sentindo culpado, eu nao queria magoala e agora
ela estava saindo e eu nao tinha palavras para falar, mas quando chegou na
porta ela parou e pensou duas vezes, entao se virou para mim, seus olhos
estavam acizentados, escondiam intençoes nada boas.
- como
voce saber que naoconseguiria se numca esteve cm uma vampira? antes que eu
pudesse responder, eu persebrir que seu olhar estava mais intenso e eu nao
consegui tirarmeus olhos dos dela e foi como se eu nao tivee mais controle do
meu corpo, eu nao conseguia e mover, em
pudia sentir meus corpo pensa mas nao me mover, foi como se alguma coisa
tivesse tomado contradomeu corpome tominado, alguma coisa nao, ela, com certea
foi ela,kterinnao tirava os olhos de mim,mem prendendo e me seduzindo e, em tao
pouco tempo tudo qu u havia falado sober mulheres coomo ela nao fazia mis
sentido,eu queria ela,mas do que tudo.
-as
vezes nos julgamos sem saber, falamossem saber,voce saber o que disse?diga a
verdade. mesmoo qu eu quizesse mentir eu nao conseguia minhha boca se recusava
a falar.
-nao.
ela me rodeava,passando a mao no meu onbros, igual a como elizabete tinha feito
mais sedo, mas derepente ela parou na minha frete e acarisiou meu rosto, sua
pele ela macia e gelada,mas mesmo assim eu gostei doseu toque e queria mais e
mais.
- foi o
que pensei, mas eu posso tirar suas
duvidas com apenas um beijo, voce so precisa dizer que sim, mas eu quero verdade.
mesmoque eu tentase mentir as palavras nao
saiam entao eu me entregei e deixei que as palavras viencem, que a verdade
viece.
-sim, eu
quero que voce me beije. ela no disse mais nada, apenas pegou meus bracos que
estvam paralisados perto do me corpo e colocou na sua cintra e passo os bracos
entre meu pescoso
quinta-feira, 7 de abril de 2016
Anjo das trevas
O sol estava nascendo, eu não tinha conseguido dormi a noite, havia
muitas
Lembranças nesse quarto, só fazia um dia que eu havia chegado e eu sabia
muito
Bem que. Conti Vladimir viria atrás de mim, ele adorava exerce controle
e sua.
obsessão por mim estava crescendo a cada dia, era só questão de tempo
ate ele vim,
Mas eu não estava preocupada com isso.
Eu sentei na janela, para ver o sol, eu simplesmente amava. A Luz que o
sol imitia e seu calor. Depois
de um tempo sentada às lembranças vieram na minha cabeça.
Quantas vezes eu pulei aquela
mesma janela para me Encontrar o Erik.
e quantas vezes ele pulou essa janela para me encontrar,
essas lembranças me fez pensa, como eu estava agora, se ele estivesse vivo, eu estaria feliz ou não,
eu imaginava que sim, nosso amor era
incondicional, eu fui tirada do meu pensamento pela voz do Conti Vladimir, sua voz estava exaltada e estava falava com a condessa Lucinda
, eu não consegui ouvir do meu quarto, então eu desci ate as escadas para
ouvir melhor, eu não consegui ver
os dois mas eu ouvia muito bem o que eles falavam.
-ela não quer fala com você e muito menos te ver.
-não me importa o que ela quer, mas sim o que eu quero e eu quero fala
com ela agora.
-eu não vou deixar que faça nenhum mal a menina, deixe ela em paz o
tempo de vocês acabou.
-fazer mal, tudo que eu vou fazer é beneficia-la, nada mais.
-isso não é um beneficio. A condessa disse com ar de sarcasmo - é uma
maldição, eu nunca vou deixar você fazer isso com Katherine , não pense em tentar nada você não é pareô
para mim, você sabe disso.
-você sabe quando um vampiro
promete tem que cumprir ou as consequências serão muito, mas muito graves para você- assim que ele parou de fala, ela
olhou nos olhos dele, seu olhar era
de raiva, arrependimento e algo mais que não consegui decifra, mas eu sabia
que a grande condessa estava desarmada e que meu destino agora estava nas mão
do conde Vladimir e de ninguém mais.
Eu fui para meu quarto e fechei a porta, o que será que ele faria
comigo, me faria.
ser sua escrava para sempre ou pior me mataria, eu não sabia mas de uma
coisa eu
tinha certeza, por mim ele nunca ia fazer isso por que eu não deixaria.
Assim que eu
tranquei a porta, ouvi a voz da condessa, ela falou poucas palavras mas
foram como uma faca no meu coração:
- seja rápido e não a faça Sofrer- como ela podia fala isso pra ele,
desde que minha
mãe morreu, é como se ela fosse minha mãe, a condessa deveria me
defender como
uma mãe faz com a filha ou, ou talvez eu não seja como uma filha pra ela,
talvez eu só seja um negocio, essa é a única explicação para o que acabou de
acontecer, mas eu
não podia pensa nisso agora por mais que me doa, por mais que me faça
chorar eu preciso pensa na minha vida agora, já que a única
pessoa que eu confiava provou que não esta nem ai para ela.
Eu ouvi as passadas fontes do Conti e um segundo depois ele bateu na
porta. Eu sai
pela janela, dei alguns passos no telhado ate outra janela de um quarto
vazio, eu fui
ate a porta e abri ela só o suficiente para que eu pudesse ver mas sem
que ninguém me visse, eu vi o Conti bater freneticamente na
porta e quando ele se cansou de bater, com a maior facilidade, como alguém que
corta uma folha de papel com as mão ele
arrombou a porta e entrou, eu dei um tempo e depois sair pelo corredor
devagar para que ele não me vise e eu pudesse sair rapidamente pela porta de trás,
perto das escadas havia uma pequena mesa de canto, com um vaso grande marrom e
pequenos
outros vasos do seu lado, sem querer eu esbarrei nela e um dos vasos
menores caindo no tapete, o vaso não fez muito barulho, uma pessoa normal não
perceberia
nada então eu coloquei o vasos no lugar e desci as escadas com muito cuidado,
quando eu estava indo para a porta das frentes, passando pelo longo
corredor eu ouvi os passos do Conti descendo as escadas, ele as descia devagar
como se não importasse onde eu fosse ele me alcançaria facilmente, ele falava
alguma coisa mas, só pude ouvir quando o Conti chegou mais perto:
-Katherine, você não pode fugir de mim.
Eu não me importei com o que ele estava falando e passei pelo corredor e
logo vi a porta da frente, ha alguns passos eu poderia fugir, ha alguns eu
poderia estar livre de tudo da condessa do Conti de tudo mas antes que eu
pudesse abrir a porta e sair ouvi um barulho atrás de mim, podia ser o Conti,
eu poderia simplesmente ter abrido a
porta e saído mas eu decidir olhar para trás, não havia ninguém, nem
nada fora do lugar, mas quando eu virei novamente para a porta o Conti estava lá,
entre eu e a porta, eu me assustei e dei alguns passos para trás, como ele
podia ter chegado tão rápido Sem sequer fazer um barulho e sem eu tenha o
visto, antes que eu pudesse me
afastar ele pegou em meus braços e me puxou para perto, seus olhos
estavam fixos nos meu e seu rosto só mostrava um sentimento, raiva, apenas
raiva.
- me largue Conti, o que deu em você?-eu tentei me soltar mas ele era
muito forte e só me apertou mais e me puxou para mais perto dele-por favor Conti
me deixe- eu poderia pedir a ele, mas eu sabia que ele queria me ver implorando,
mas isso eu
nunca
faria, nunca, só faria se fosse uma coisa muito importante para mim e mesmo assim
pensaria duas vezes antes de implorar, isso era uma coisa que eu jamais faria,
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