domingo, 10 de abril de 2016

anjo das trevas cap 2

anjo das trevas 

 

-inde voce pensa que vai, voce numca vai consegui fugir de mim, a nao ser que eu deixe que voce va- o conti começou a rir, rir feito um loco, um riso longo e satisfeito- e isso numca vai acontecer, numca katerina.
- voce esta louco, voce nao é meu tono, nao pode me pender, nao pode pensa que eu vou fica parada dentro de um quarto esperando por voce, eu sou livre. Ele me soltou e eu dei algum passo para loge dele mais nao fugi, sabria que me pegaria que chance eu tinha contra um homem como ele, quando o conheci seu corpo forte era um atrativo, mas agora esta mas paraum inpidimento.
-ê ezatamente isso, sua vida vai ser minha, cada segundo do resto dos seus dias, que acredite em mim vao ser longos. Um sorriso sarcastico surgio no seu rosto, mas tao rapido quando surgio ele se foi e o conti voltou a fala- voce vai se lembra a quem voce serve, e so a mim voce vai sevi katerina, so a mim e mais ninguem, eu mesmo vou me sertifica que nunhum homem chege perto de voce, apenas eu.
   Eu estava tonta, nao sabria o que fazer, bom ja que eu nao teria chances de defesa contra ele a unica coisa que eu poderia tentar fazer era fugir, entao eu me virei rapitamente e entei  correr  para o corredor, mas o conti era muito mais rapito e me pegou antes mesmo que eu conseguise dar o segundo passo, ele me pulsou pela cintura e me pendeu bem perto to corpo dele.
- voce é minha katerine- o conti pegou no meu queixo e o levandou, tirou meu cabelo do meu pecoço para deixa-lo livre e entao ele o mordeu, eu nao acreditava eu pude sentir seus dentres entando na minha carne, eu senti a dor meu sangue sento sugado, mas quando ele começou a sugar meu sangue mais rapidamente eu uma especie de pazer so que mais leve, nao havia dor, logo ele me soltou e eu cai no chao, nao pudia acraditar naquilo, ele me mordeu, meu deus, ele esta ficando cada vez mais louco. Eu nao estava acreditando no que tinha acabado de acontecer, a unica coisa que eu conseguia fazer era passar a mao  no meu pescoço insanguentado e olhar para o conti, as pralavas nao saiam eu so olhava para ele que estava ali parado com a boca escorrendo o meu sangue e esperando alguma coisa que eu nao sabria o que era, mas com certeza iria aontecer comigo por que assim como eu nao consegui tirar os olhos dele, ele tambem nao tirava os olhos de mim.
  Eu nao sabria o que aconteceria eu so estava assustada, com medo e sanguandono chao, o conti ainda estava ali empre, entao quando eu achei que tudo aquilo fosse loucura dele que fosse so para me assustar, para que eu ficasse com medo de deixa-lo eu senti! Uma dor insubortavel vindo da minhas entanhas, era como se eu estivesse morrendo, como se meu orgao estivessem parando de fucionar um a um, imediatamente coloquei a mao na barriga e apertei, eu gitava de dor, era a pior dor que eu ja senti, na verdade acho que era a pior dor que alguem poderia sentir e de todos esses piores o maior era que eu nao sabria o que estava acontecendo comigo, eu estava de cabeça baixa mas com muito esforço a levantei para olhar o conti que ainda estava la vendo meu sofrimento sem se mover, ele abaixou ate ficar cara a cara comigo e disse:
-aproveite seus ultimos momentos de vida, meu amor- se levandou e saiu. Eu tentei abrir a porta mas a tor ela insuportavelmente aguda e minha cabeça começou a pegar fogo, nao literaumente, mas era como se fosse mesmo assim eu tentei de novo e consegui, mas eu mal conseguia me arastar so pude ver o sol nascendo e na medida que ele ia se inpondo no horizonte meu olhos artiam cada vez mais e mais.
 Eu sabia dento de mim que tudo mudaria, eu sabria la dentro que aquela seria a ultima vez que veria o sol, a ultima vez que eu seria aquela katerina, e entao depois de um tempo quando eu nao pudia aquentar mais a dor e meus olhos ja estavam quase cuzidos do sol eu desmaiei e ali foi o fim.
capitolo 1
 Os fatos que me touseram ate aqui sao relevantes agora, a unica coisa que interessa é que eu estou pestres a entrar na casa de uma vampira, eu nao sabria o que ela queria comigo mas uma coisa eu tinha certeza, nada seria pior do que nosso ultimo encronto.
   A casa parecia normal por fora, algumas janelas estavam abertas outras nao, havia um pequeno tunel na porta, para nao bater sol quando alguem fosse abir a porta, mas isso nao inportava ja que estava de noite, tambem tinha uma varanda com dois brancos sustentados por correntes que ias ate o teto, eu subi asd escadas e bati na porta, estava nervoso, tambem nao era para menos, acabei de bater na porta de uma vampira que tentou me matar ha apenas algumas horas antes, mas voce deve esta se pergundando por que estou aqui, seria loucura mas minha curiozidade de medico nao me deixou escolha a nao vim aqui, um vampiro deve ser, um ser extaodinario sua anatonia, como seu corpo fusina, tudo isso me chamava ate aqui, e elento mais se fosse para me fazer mal ela ja teria feito horas antes. Antes do que eu esperava a bela --------abrio a porta e me deu um sorriso tavesso, ela estava relaxada ao contario de mim que estava nervosso e tenso, -------- fez sinal para que eu entrasse e eu obedessi, mas nao fui muito loge .
- ola dotor, em primeiro lugar eu queria pedir desculpas pelo acontecido de mais cedo, eu estava fora de mim, se soubesse que era da familia algustine jamais teria chegado tao longe- ela parou e esperou a minha resposta, mas quando viu que eu nao iria responder nada continuou- bom se voce veio ate aqui é por que tem algumas perguntas, nao é?
-primeiro, se voce me chamou aqui é porque tem alguma coisa em mente e eu quero saber qual é?
Ela saio da minha fentre e comecou a anda a retor de mim passando a mao nos meus onbros, e sorrindo como uma criança.
-eu tenho planos para voce.
-eu nao vou vira comida me nimguem ja vou log...- ela nao me deixou termina e logo foi se explicando.
- nao é nada disso dotor, logo voce vera, logo, logo! - ----- parou bem na minha fentre nova mente e esperou que eu perguntasse alguma coisa, mas eu tinha que acimirar tudo antes de fazer qualquer pergunta, e ela sabria disso.
- vamos para a sala, assim que voce tiver alguma pergunta eu vou esta aqui para responder.
Eu assentir com a cabeça, a porta da sala ficava perto das escadas que davam para os quartos. Por fora a casa parecia com todas as outras, grandes e luxuosas, mas por dentro tinha um ar antigo, como os castelos da realeza dos tempos antigos, as luzas eram facas e havia algumas velas acezas pelos comodos, uma lareira grande com endaros por toda era, e sofa era de couro marror e nao havia tv na sala, eu me sentei no sofa e ----- se sentou do meu lado, pegou um uma revista de fofocas e começou a ler, eu fiquei olhando para ela parecia tao normal, tao humana, uma mulher que qualquer homem gostaria de ter, loira, olhos verdes, uma pele de percego, corpo perfeito, eu fiquei ali olhando por algum minutos e ela pareceu nao se inporta continuou lento sua revista ate que eu tomei coragem e falei.
-voce tem filhos, quer dizer voce pode ter filhos?
Ela me olhou por alguns segundos depois colocou a revista na mesa na nossa fentre e voltou para seu lugar.
- eu nao sei se posso ter filhos, talvez com meu marido nao,mas com um humano.
-voce tem marido? Nem seguer esta usando aliança.
- eu me casei com ele ha muito tempo- ela aproximou mais sua cabeça da minha-muito tempo mesmo, mas agente nao somos mais marido e mulher, voce sabe o que quero dizer,eu sou livre para fazer o que eu criser e de vez em quando apareco com ele em algum evento importante- ela parou de fala e sorrio para mim, agora ela nao parecia ameaçadora, ela parecia meiga, divertida e meio louca, no bom sentido da palavra claro -ele tem mais duas mulheres sabrio- ela sorrio de novo mas agora ela olhava para cima -estanho nao é, mas é a verdade.
- e onde esta ele agora?
- viagando, de vez em quando ele somo, diz que vai viajar, eu nao sei onde vai e nem com quem fala.
- e suas outras mulheres onde estao?
-uma delas foi com ele, a outra mora aqui comigo, logo ela chega-la.
- voce nao se sentre...sei la, estanha com isso.
- isso o que? Mora com ela? -Eu assenti com a cabeça - nao, nao com ela, por algum tempo eu odiava ela, ela tinha uma coisa que eu numca consegui o amor do meu marido, mas agora nois duas somos amigas, quase irmas e isso tudo por que eu persebri que nao era culpa dela, por algum tempo realmente ela queria fica com ele,mas depois foi forçada, e eu como boa pessoa que sou fui conforta-la e depois que a conheci melhor - ela parou de fala e ficou pensadiva e deu outro sorriso -bom depois que a conhcer vai perceber que nao tem como nao gosta dela.
- e a autra?
- ela é simplesmente insuportavel, se acha melhor do que qualquer uma e vive tentando invenena o conti contra katerine, ela tem inveja por que katerine é a peferida dele e nao ela. Alias conti e meu marido, é assim que eu chamo ele e katerine e a segunda mulher do meu marido, a que mora comigo.
- nossa que historia em, mas em relaçao ao sol e se alimentar.
- nos nao podemos sair no sol, ele nos queima eu nao sei porque, mas queima e em questao de se alimentar! Eu so posso te dizer que eu nao bebe sanguem de animal nenhum, pelo menos nao dos que nao pensam- ela deu uma risada longa e macabra de arrepiar os pelos, mas isso nao aconteceu comigo eu era forte o suficiente para suporta uma vampira meio maluquete.
 Antes que ela terminasse de rir ouvimos barulho de chaves na porta, -----  me olhou com os olhos aregalados mas logo persebri que ela nao estava tentando me assustar, mas estava ansiosa para quem estivesse atras ta porta entrasse logo, ela levandou e deu algum pulinhos.
- ai ela esta chegando, escute bem o que vou fala, ela gosta de homem gentis e voce tem muita chance com ela, ainda mais por que - ela respirou fundo, espera ai ela pode fazer isso, respirar!!-voce se parece muito com um carinha que ela ja gostou.
- entao esse era seu plano, me jogar para sua amiga que por acoso é amante do seu marido.
- ela nao faz isso porque quer - de repente sua expressao mudou de entusiasmata para quase triste - ela nao se apaixona por ninguem a muito tempo, mas se, se apraixonar talvez tenha forças para se liberta dessa pisao que o conti a colocou e quando te vi, eu sabia que voce era perfeito para isso.
Eu estava peste a fala quando a porta se fechou e eu ouvi passos nas escadas, alguns seguntos depois ela apareceu, estava subindo devagar com a cabeça baixa, eu nao conseguia ver seu rosto direito, so seus cabelos longos e pretos e seu corpo, eu diria que era perfeito, tudo nela era na medida certa, eu nao conseguia para de olhar, mas antes que eu visse seu gosto ela ja havia subido as escadas e sunito no corredor.
- ela é linda nao é?
- eu mal a vi.
- mas voce nao parou de olhar!
-eu parece realmente muito linda.
- eu vou chama-la, para te conhecer. Antes que eu pudesse dizer alguma coisa ela ja estava subindo as escadas, era incrivel como ela, era rapida. Alguns minutos depois ela deceu.
-ela ja vai dece, se pepare.  Ela deceu as escadas lentamente e veio em direçao a sala de estar, assim que ela apareceu na porta eu pude ver melhor sua aparencia, ela estava vestindo uma calça preta com uma bulsa branca e uma jaqueta de couro por cima, calçava um sapado fechado de saldo alto seus cabelos estavam caidos sabre seus ombros, seus olhos tinham um ton de azul lindo e sua pele cafe com leite realcava sua boca carnuda e vermelha, eu realmente estava inplecionada com sua beleza e ante que eu pudesse perceber ela estava na minha fente.
-oi. sua voz era tao cauma, mas ao mesmo tempo tao senxual.
-oi. Ela estendeu a mao para me conprimentar.
- katerina whyti.
-jamie algustini.
Ela pareceu surpresa quando falei meu nome de familia.
-algustini!!
- voce conheceu alguem da minha familia?
- ja conheci, mas eles eram antepasados de voce, voce numca os conheceram, a nao ser por livros! Ela sorrio, o sorriso mais lindo que ja vi.
- entao onde foi que voces se conheceram? ---- que apenas observava entou na conversa.
-eu tentei matar ele, mas eu nao fiz kkkk.
-o que, entao ele sabe que voce é...
- sim ele sabe, e que voce tambem é.
Katerina se virou para mim denovo.
-voce nao ficou com medo de vim aqui.
- eu fiquei com medo sim, mas minha curiosidade de medico nao me deixou escolha.
-voce é medico! Entao boa sorte, elizabete nao é facil de lidar. Ela se virou e foi em direçao as escada, ao cegar no primeiro degal ela parou e disse:
- foi bom te conhecer sr. Algustini.
-eu digo o mesmo, pode me chamar de jamie.
-jamie. O modo como ela farou meu nome foi. Ninguem fararia meu nome como ela e eu queria ouvir mais uma ver, mas ela nao estava mais la, ja havia sumido.
-voce volta amanha?
- eu nao vou voltar, mesmo que eu queira estudar mais voce seu modo de vida, eu nao volto.
- porque, ela e voce, eu sei que pode acontecer.
-ela nao deu a minima para mim.
- ta bom, mas se voce voltar amanha eu te mostros varios livros de medicina antiga, muito antiga.
 Eu devia ter parado ali, mas eu precisava voltar, estava dentro de mim, se nao voltasse me arrependeria.
-ok eu volto amanha, mas so por causa dos livros.
- ta bom, eu vou deixar a porta aberta e se eu nao estiver aqui embaixo pode subir, a segunda porta é a blibioteca, estarei la.
Eu me dispedi dela e fui embola.
     No outro dia eu sai do trabalho e fui direto para a casas de elizabete, a porta estava aberta como ela disse e como nao tinha ninguem na sala eu subir para o andar de cima, como a parte de baixo era tudo bem classico, fui ate a porta e a abrir, para minha surpresa nao era elizabete que estava la mais sim katerina, estava sentada em uma mesa, ampla e de madeira lento, assim que ela me viu se levantou.
- jamie, elizabete disse que voce viria ver algum livro, espere que vou pegar para voce.
-eu nao queria atapalhar sua leitura.
- nao atapalha.
-onde esta elizabete. Ela ja estava na intante de livros.
-ela saio, eu nao sei para onde.
Ela pegou alguns livros e me entregou,eu tinha muitas perguntas para elizabete, sera que katerine poderia me responder ja que ela tambem era uma vampira.
-posso te fazer algumas perguntas?
Katerine ja estava recolhendo os livros que lia, mas parou para me olhar.
- que tipo de pergunta?
-sobre sua contiçao.
-ok,pergunte.
- voce nao pode sair no sol?
-nao, eu nao posso, e nao tem nada a ver com minha pele ser mais sensivel, por que ela continua a mesma.
-entao porque?
- talvez seja porque luz seja divino, esta ligado diretamente com deus e eu... o que eu sou nao tem nada a ver com deus-ela nao tirou os olhos de mim por um estante, seu olhar era penetante,causava um sentimento que eu nao pudia esplicar, muitas vezes eu tinha que desvia o olhar do dela.
-como voce se sente em relaçao a beber sanguem?- eu achei que ela ficaria itimidada com a pergunta que talvez fosse um assunto delicado para ela, mas nao ela respondeu facilmente.
-no começo voce pode se senti a pior pessoa do mundo por isso, tirar uma vida para manter a sua! Mas depois de um tempo voce começa a aceitar,assim é a vida, ou voce mata ou morre.
- nao sei se é alguma coisa em mim,mas beber sangue...
- voce mata um animal pra comer a carne e eu nao estou te juganto por isso.
-é diferente!
Ela olhou para o chao por alguns segundos depois deu um sorriso sarcastico, se aproximou de mim e falou me olhando nos olhos.
- realmente é muito diferente, voce tem escolhar e eu nao, voce nao achar que se eu pudesse nao pararia, mas eu nao tenho escolhar- sua voz havia mudado de calma e suave para raivosa, depois de fala ela virou de gostas.
- eu nao queria te deixar com raiva.
-eu nao estou com raiva- ela se virou novamente para mim, pensou um pouco ante de fala-o que ha entre voce e elizabete, voce tem interesse nela ou foi so curiosidade de medico?
- eu numca pensei nela desse jeito, foi prura curiosidade, eu acho que numca conseguiria fica com ela,eu nao poderia ouvir seu coraçao acerado contra o meu, nem o calor da sua pele- katerine deu algum passos para tras, ela parecia realmente desconsertada. eu tinha me esquecido totalmente que caterine era ezatamente como elizabete e agora ela devia esta se sentindo ofendida,no minimo- meu deus, me desculpe katerine eu nao devia ter falado isso - mas a mulher que estava tao desconcertada ja havia ido embora agora katerine estava de cobeça erguida e seu olhar estava mais intenso.
-por que voce esta se desculpando, tudo que voce falou nao é verdade, meu coraçao nao bate a anos e minha pele esta mais fria do que uma noite de inverno, mas pode ter certeza de uma coisa,mesmo que meu coraçao nao bata eu posso senti tanto quando voce jamie- eu estava me sentindo culpado, eu nao queria magoala e agora ela estava saindo e eu nao tinha palavras para falar, mas quando chegou na porta ela parou e pensou duas vezes, entao se virou para mim, seus olhos estavam acizentados, escondiam intençoes nada boas.
- como voce saber que naoconseguiria se numca esteve cm uma vampira? antes que eu pudesse responder, eu persebrir que seu olhar estava mais intenso e eu nao consegui tirarmeus olhos dos dela e foi como se eu nao tivee mais controle do meu corpo, eu  nao conseguia e mover, em pudia sentir meus corpo pensa mas nao me mover, foi como se alguma coisa tivesse tomado contradomeu corpome tominado, alguma coisa nao, ela, com certea foi ela,kterinnao tirava os olhos de mim,mem prendendo e me seduzindo e, em tao pouco tempo tudo qu u havia falado sober mulheres coomo ela nao fazia mis sentido,eu queria ela,mas do que tudo.                                                                                                                                                  
-as vezes nos julgamos sem saber, falamossem saber,voce saber o que disse?diga a verdade. mesmoo qu eu quizesse mentir eu nao conseguia minhha boca se recusava a falar.
-nao. ela me rodeava,passando a mao no meu onbros, igual a como elizabete tinha feito mais sedo, mas derepente ela parou na minha frete e acarisiou meu rosto, sua pele ela macia e gelada,mas mesmo assim eu gostei doseu toque e queria mais e mais.
- foi o que pensei, mas  eu posso tirar suas duvidas com apenas um beijo, voce so precisa dizer que sim, mas eu quero  verdade.
  mesmoque eu tentase mentir as palavras nao saiam entao eu me entregei e deixei que as palavras viencem, que a verdade viece.
-sim, eu quero que voce me beije. ela no disse mais nada, apenas pegou meus bracos que estvam paralisados perto do me corpo e colocou na sua cintra e passo os bracos entre meu pescoso

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